
O aumento do consumismo na geração atual e seus efeitos (Setembro/2023)
Desde a Primeira Revolução Industrial, com o advento das indústrias e com modelos de produção em larga escala, um grande mal tem assolado muitos brasileiros: o consumismo. Ainda nessa linha de raciocínio, nota-se que, atualmente, os efeitos dessa problemática têm se tornado cada vez mais significativos, afetando não só o meio ambiente como também o cotidiano da população. Dessa maneira é possível observar o desmatamento e o consumo exacerbados e, muitas vezes, desnecessários. São graves efeitos emergentes do consumismo que, notoriamente, precisam ser minimizados.
É importante dizer de início que o desmatamento desenfreado é consequência dos tristes hábitos consumistas dos brasileiros. Tendo isso em vista, observa-se que o olhar para o sucesso, infelizmente, sobrepõe a atenção que deveria ser dada à preservação e à sustentabilidade, como retrata o filme “Lorax”, em analogia com a realidade. Nesse curta-metragem, original da Illumination, um empresário em ascensão busca aumentar as vendas da sua empresa, e cegado pelo sucesso, apenas se dá conta do desmatamento ambiental que causou, quando sua principal fonte de matéria-prima havia esgotado. Desse modo, é visto que o ciclo de renovação da natureza não acompanha o ritmo desenfreado do consumismo no país, cenário esse que, urgentemente, precisa ser mudado.
Além disso, é valido ressaltar ainda que o incentivo ao consumo exacerbado, visando apenas superávit financeiro, intensifica os hábitos consumistas na geração atual, como enaltece o “American Way of Life”. O tal modelo de vida americano é caracterizado pela obsolescência programada a qual incentiva a troca de produtos ainda funcionais por outros de última geração, ideologia essa que, infelizmente, padronizou-se no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Nesse sentido, é vidente que uma vez incentivado, o consumismo continuará presente.
Portanto, os efeitos do consumismo na geração atual devem ser minimizados. Assim, os grandes órgãos empresariais devem buscar um modelo de produção mais sustentável e menos voltado ao consumismo, por meio da utilização moderada de áreas para instalação de indústrias e do fim da obsolescência programada, para que ambiente e população nocionais permaneçam saudáveis. Sendo assim, os maus efeitos sumirão.
Por Lívia Gazoni, Aluna do 2º Ano do Ensino Médio